Sepultura
a banda de metal brasileira mais conhecida mundo a fora, lançou nessa sexta 13
de janeiro (Machine Messiah) o décimo quarto álbum da banda. Desta vez
Andreas Kisser e a trupe escalaram o produtor sueco Jens Borgen, a capa ficou a cargo da artista filipina Camille Della Rosa.Como sempre a banda apresentando novidades na sonoridade, em Machine Messiah conseguimos perceber um Derrick Green com um vocal mais ameno, pitadas
de sonoridades brasileiras também podem ser percebidas em Phantom Self, nessa
mesma música a banda demonstra sua fome por inovação quando coloca em meio aos
riffs e a pegada da bateria passagens de teclado, o resultado é
surpreendente. O álbum confirma a tônica
de uma tradição da banda de sempre inovar e conseguir mostrar novos caminhos
sonoros nos meandros da música pesada. A temática do disco é toda voltada aos
rumos incertos das tecnologias em relação ao bem estar da raça humana, o
virtual se sobrepondo cada vez mais ao real. Andreas citou algo que acontece
nos shows da banda "Começamos a
perceber nos shows que as pessoas estavam mais preocupadas em registrar aquele
momento nos celulares e smarthphones do que vivenciar aquela experiência".
Uma
curiosidade sobre a capa do disco é que a mesma já estava feita há mais de seis
anos. Sobre a arte (Deus Ex-Machina) ela já havia feito a capa do nosso disco e nem
se dava conta disso, arte e conceito se encaixaram perfeitamente, disse Andreas
Kisser.
A Arandu Arakuaa (Saber do Cosmos, em tradução livre do tupi antigo) é a primeira banda heavy metal a cantar na principal língua indígena brasileira.
Mas a vida não é nada fácil para os integrantes da banda dentro da cena do metal.
Preconceitos
O fundador, Zândhio Aquino, disse que chegou a fazer parte de algumas bandas em Brasília após deixar sua cidade natal no Tocantins, mas saiu de todas porque não conseguiu incluir a temática indígena em nenhuma delas.
"Eu cheguei em 2005 depois de me formar em pedagogia na federal do Tocantins, mas só três anos depois eu decidi fundar minha própria banda. Foi um processo muito longo e só em 2011 a gente chegou à formação que mantemos até hoje", conta.
Mesmo com um público fiel e certo espaço no mercado, Zândhio conta que a banda ainda é questionada com frequência por outros metaleiros.
"Encontrei resistência desde o início por causa da minha origem e meu compromisso de falar da cultura indígena. Muita gente não entende isso e acha que fugimos demais da essência do estilo", afirma.
Ele conta que até mesmo seus fãs sofrem essa resistência.
"Às vezes, tem um adolescente que quer falar com a gente, pedir autógrafo, e está com os amigos. E enquanto o fã é atendido pela gente, os amigos ficam longe, de braços cruzados, para demonstrar rejeição. Fica uma situação constrangedora tanto para a gente quanto pra ele", relata.
Negro, mulher e nordestinos
Mas a banda Arandu não foge dos padrões dos metaleiros apenas musicalmente. Ela também é considerada exótica por usar cores claras, em referência à floresta, e terem integrantes "fora do padrão".
"O forte da nossa vocalista é o gutural, uma técnica agressiva incomum para mulheres. Eu canto como um pajé, com voz mais rouca, e ainda temos um baterista negro. Além de mim, que nasci no Norte e sou descendente de índios, temos integrantes filhos de nordestinos. Tudo isso gera uma série de questionamentos por fugir do padrão do branquelo cabeludo", conta Zândhio.
Por outro lado, ele afirma que gosta dos questionamentos e debates gerados por essa singularidade da banda.
"Mas é uma via de mão dupla porque ao mesmo tempo em que as pessoas vão achar original, por outro há pessoas muito conservadoras ou que não têm ouvido musical para isso", afirma.
Zândhio conta que o público, mesmo com uma certa rejeição à primeira vista, respeita muito a banda e se aproxima do palco para conhecer o som "e acaba ficando por lá". Ele relata que ainda assim mantém um bom relacionamento com todas as bandas do gênero e com o público.
"Já os produtores ainda são muito conservadores e medrosos. Eles têm medo de contratar a banda e o público não ir, mas é o contrário", afirma.
Os integrantes da banda, fundada a partir da amizade de seus integrantes a partir do extinto Orkut, fazem pinturas corporais e usam botas, ao invés de coturnos.
Essência
O líder da Arandu conta que criou sua própria guitarra de dois braços para viabilizar a constante troca de ritmos das músicas da banda. "O braço superior é uma viola caipira, que traz o lado regional, e o de baixo é uma guitarra, o lado agressivo da banda. A intenção é surpreender e contrastar com o bonitinho e regional", explica.
Capa do último álbum da banda
As letras da banda falam principalmentre do cotidiano das aldeias indígenas, rituais de passagem e lutas por terra. A intenção é relatar tudo isso de forma mística e poética para estimular a reflexão.
A banda lembra que são comparados com frequência com os também brasileiros do Sepultura. Zândhio afirma que eles gostam de Sepultura, mas que o CD Roots,dos irmãos metaleiros, tem referências indígenas apenas na capa do álbum e em uma de suas faixas.
O estilo musical usado pelo Sepultura no álbum é majoritariamente afro-brasileiro e isso ainda causa confusão nos fãs, diz.
A Arandu também faz questão de dizer que tem vontade, mas nunca tocou numa aldeia indígena por falta de dinheiro. Zândhi afirma que frequenta aldeias e tem contato direto com índios. Segundo ele, o retorno da parte deles é respeitoso e positivo.
"Eles sabem que minha avó é indígena, que eu morava perto de aldeias e sempre tive um contato estreito com o dia a dia deles. Desde criança, eu recorro à medicina baseada nas ervas, no próprio conhecimento indígena e de algumas comunidades quilombolas", relata.
O último CD lançado pela banda, em 2015, também inclui faixas em xavante e uma em português. Assim como nos álbuns anteriores, há a influência de death metal e trash, os estilos mais pesados do metal.
O mais difícil para os fãs é entender as letras da banda. O problema é que até mesmo alguns sites especializados em letras de música não reconhecem as traduções por entender que o tupi-guarani é uma "língua que não existe" - nem mesmo quando Zândhio tenta incluí-las pessoalmente.
A solução encontrada pela banda foi legendar todos os clipes no YouTube.
"Isso é muito engraçado, porque nossos fãs costumam mandar e-mail dizendo que não conseguem achar as letras e traduções. Nós temos um arquivo com todas elas e temos o maior prazer de enviar para todos eles", diz Zândhio sorrindo.
Na
recente passagem do Megadeth pelo Brasil, Dave Mustaine líder da banda e
ex-integrante do Metallica, relata quais foram suas impressões da primeira vez
que tocou no Brasil no inicio dos anos 90 no festival Rock In Rio. Abaixo o vídeo
onde o guitarrista fala desse show e de uma passagem curiosa citando o nome do
cantor Lobão que também tocou na mesma edição do festival que teve ainda
Sepultura, assista.
O rock nacional
possui alguns fatos bem curiosos, um desses fatos é a importância que algumas bandas
formadas por irmãos possuem na historia do rock nacional. Ao longo dos anos essas
bandas demonstraram através de suas representatividades o quanto foram e
continuam sendo fundamentais para a qualidade sonora do rock produzido no
Brasil. Abaixo escolhemos as cinco bandas formadas por irmãos de maior expressividade
em meio ao público e a critica.
05.
VIPER
Irmãos Passarel
A banda de heavy
metal paulistana Viper possui o pioneirismo de ser a primeira banda de heavy
metal melódico com sucesso fora dos limites do Brasil. O Viper alcançou
expressivo reconhecimento nos seus primeiros anos, chegando a excursionar fora
do país, algo bastante difícil para bandas de rock nacional no final da década
de 80 e inicio dos anos 90. Integrantes da banda depois formaram bandas de
enorme sucesso no circuito nacional e mundial do heavy metal, dentre elas o
Angra que teve em seus vocais um ex-integrante do Viper o vocalista André
Mattos e também o guitarrista Yves Passarel atualmente guitarrista da banda
Capital Inicial. A formação original do Viper possuía dois irmãos eram eles o
já citado Yves Passarel e Pit Passarel. A banda fez recentemente uma turnê de
aniversário de 25 anos de lançamento do seu primeiro álbum com todos os
integrantes do período inicial.
04.
KRISIUN
Alex Camargo, Moyses Kolesne e Max Kolesne
A banda de Death/Metal
brasileira, proveniente do Rio Grande do Sul é considerada em todo o meio do
Metal como uma das mais viscerais ao vivo. O trio formado pelos três irmãos Max
Kolesne, Alex Camargo, Moyses Kolesne possuem no velho continente uma
quantidade considerável de fãs e seguidores, são citados por diversas bandas da
atualidade como referência, a velocidade e brutalidade do som da banda é para
muitos o que a torna uma das mais respeitadas no meio do rock pesado na atualidade.
03.
MUTANTES
Arnaldo, Sérgio e Rita Lee
A banda paulistana
de rock psicodélico Mutantes é atualmente uma das mais festejadas, estudadas e
admiradas no meio do Indie e dos pesquisadores musicais que se debruçam nas
bandas surgidas na década de 60. Formada pelos irmãos Arnaldo Baptista e Sérgio
Dias, a banda era formada também pela cantora Rita Lee e o baterista Dinho. Considerada
uma das mais inventivas do período de ouro da psicodelia mundial, muito do
culto hoje em torno dos Mutantes se deve a incrível capacidade que eles tinham
de unir a música popular brasileira e latina com os preceitos da psicodelia
americana e inglesa. Ao ponto de hoje serem tidos como uma das bandas mais
importantes dos anos 60 ao lado de Beatles, Stones e Beach Boys.
04.
SEPULTURA
Irmãos Cavalera
Sepultura é uma banda de Trash Metal de Minas
Gerais formada pelos irmãos Max e Igor Cavalera em meados dos anos 80. É de
longe a que alcançou mais sucesso no exterior, a importância do Sepultura
extrapola o rock nacional e adentra a música brasileira, pelo fato de usar
elementos formadores de nossa identidade nacional em dois discos de grande
sucesso, são eles Chaos/AD e Roots. Esse último os integrantes da banda
mergulharam de cabeça nas raízes sonoras e antropológicas do povo brasileiro,
chegando a passar dias com índios em uma tribo no Mato Grosso do Sul, essa
experiência segundo os integrantes foi de extrema importância para o sucesso do
disco quando do seu lançamento em âmbito mundial. Para citar alguns dados o
disco chegou a ultrapassar mitos do Pop como Madonna em vendas na Europa, e
esse mesmo disco é tido hoje por diversas bandas e revistas especializadas em
rock pesado como um dos álbuns responsáveis por apontar novos caminhos para o
rock pesado. Não temos dúvidas que o titulo de banda nacional com maior reconhecimento
mundial é do Sepultura dos irmãos Cavalera.
01.MADE IN BRAZIL
Irmãos Vecchione
A banda de rock’n’roll clássico paulistana
Made In Brazil, é indubitavelmente a maior banda de rock do Brasil por diversos
motivos. Formada pelos irmãos Oswaldo e Celso Vecchione, o Made In Brazil é a
única banda brasileira que está na ativa ininterruptamente nos últimos
cinquenta anos. Segundo os números a banda já teve mais de trezentas formações,
porém sempre teve em sua formação Oswaldo Vecchione que toca baixo e durante
alguns anos assumiu os vocais também. O Made In Brazil é responsável pelo
surgimento do público de rock no Brasil. No inicio dos anos 70 a banda já
pensava sua carreira de forma profissional, chegando a ter uma equipe de 26 pessoas
entre técnicos, músicos e roadies. A banda lançou nos anos 70 verdadeiros
clássicos do rock nacional, discos fundamentais como Paulicéia Desvairada, Jack O Estripador são tidos por muitas bandas
como álbuns referenciais em suas formações sonoras. Atualmente a banda está
voltada para a organização de uma turnê que comemorará os cinquenta anos de
trajetória com um vocalista de renome assumindo os vocais.
“Por
volta de meados dos anos 90 estando em Londres a passeio, observei pinchado num
viaduto da capital Inglesa o nome da banda Sepultura, nesse exato momento eu tive
a verdadeira dimensão da importância que os irmãos Cavalera possuíam na música
pesada (Heavy Metal) em escala mundial, é bem verdade que eles conseguiram o
que ninguém da geração dos anos 80 do Rock Brasil conseguiu, sucesso para além
das fronteiras do Brasil.“ (Herbert Viana/ Paralamas do
Sucesso).
Muito desse reconhecimento e sucesso se deve
ao último álbum lançado pela formação clássica da banda, lançado em 1996 o
sexto álbum denominado “Roots” extrapolou todas as expectativas de fãs e
admiradores do quarteto referente aos rumos sonoros da banda. Diz a lenda que
anos antes os irmãos Cavalera foram alertados pelos “caboclos” (entidades
espirituais do candomblé, religião a qual a mãe dos Cavalera é adepta) que eles
produziriam algo voltado as raízes do Brasil. A inusitada junção de Metal com
as raízes étnicas do país formaram o viés inovador e pretensioso do disco,
ancestralidade brasileira com negros e índios pela primeira vez sendo citada
por uma banda de rock nacional, o que poderia soar como bem estranho ao final
do processo só fez demonstrar as imensas particularidades entre as duas coisas.
A banda e os índios
Max Cavalera conta que a ideia veio depois de
assistir um filme em que o ator Tom Berenguer desce de paraquedas numa aldeia
de índios, nesse momento veio a ideia de passar alguns dias numa aldeia indígena
no meio do Brasil. Logo depois do sinal do verde da Roadrunner (Gravadora
Holandesa) os primeiros contatos começaram até que eles pousassem de avião na
aldeia dos índios Xavantes com uma equipe que envolvia técnicos e o produtor do
disco. Nos dias que passaram na aldeia os integrantes e a equipe jogaram futebol
com os índios, participaram do dia a dia da aldeia, comeram carne de anta e
claro puderam observar alguns rituais dos Xavantes. Ainda na aldeia eles
gravaram um canto dos índios com um arranjo de cordas e percussão da banda a faixa
foi colocada no disco com o titulo de “Itsári” que quer dizer Roots (Raízes).
Max Cavalera sendo pintado por um índio Xavante
Mais da influência das raízes brasileiras veio
também através da participação do percursionista baiano Carlinhos Brown na
faixa Ratamahatta, na letra a união de Lampião com Zé do Caixão formam o
discurso de uma das musicas do disco que virou clássico imediato entre os fãs
no mundo inteiro. O disco teve participação ainda do vocalista da banda Faith
No More e de um iniciante o vocalista Jonathan na banda Korn. O protagonismo
dos irmãos Cavalera na viagem sonora proposta no Roots, deixou todos nos meio
da música pesada boquiabertos, desde os conceitos do estilo musical lançados
por grandes nomes como o Black Sabbath e Led Zeppelin nos idos dos anos 70,
nunca havia acontecido uma inserção de novos conceitos de uma forma tão
inovadora e acertada como aconteceu no Roots. A banda optou por uma afinação
baixa buscando a crueza nos sons visando cada vez mais estar próximo das raízes
sonoro/percursivas de nossa formação ancestral, o estúdio escolhido para
gravação do disco era um estúdio reconhecidamente vintage onde grandes discos
da década de 70 haviam sido produzidos, com direitos a sessões de gravações
fora realizadas em um canyon que buscaram cada vez a aproximação com os sons
reais da natureza, as raízes dos sons.
Por conta dessas informações e algumas outras
Roots marcou o apogeu da maior banda de rock pesado do Brasil de todos os
tempos e a primeira a alcançar sucesso em escala planetária. Outro fato curioso
sobre o disco é o relato do acontecido com o ex-baterista do Nirvana Dave Grohl, segundo ele certa vez ao colocar o
disco para ouvir antes de um ensaio da sua atual banda o Foo Fighters, a
porrada sonora do disco estourou diversas caixas de som recém compradas por uma
bagatela de 80 mil dólares. O disco vendeu até os dias atuais dois milhões de
cópias e na época do lançamento chegou a ficar no terceiro lugar dos mais
vendidos da Europa, batendo grandes nomes do pop como Madonna e Michael Jackson.
Apesar de ter sido o canto final da melhor e mais importante formação do
Sepultura, o disco continua mesmo depois de 20 anos do lançamento sendo
reconhecido por músicos, produtores e jornalistas especializados em música
pesada como um divisor de águas no Heavy Metal além de influenciar toda uma
leva de bandas que surgiram depois, bandas de New Metal e Nu Metal citam o
disco como influência direta nas suas formações.
Parafraseando o grande
Drummond de Andrade com os versos de um grande poema de sua autoria: no meio do caminho havia uma esposa, havia
uma esposa de um rockstar no meio do caminhode algumas grandes bandas de rock’n’roll. Não é uma regra e no
passado não foi, mas temos alguns casos onde as esposas influenciaram nas
trajetórias de grandes bandas, algumas delas inclusive são odiadas por legiões
de fãs. Abaixo os cinco casos mais famosos de mulheres que não
souberam separar o lado pessoal do lado profissional desses astros do rock.
Arnaldo
Baptista & Rita Lee
É famosa a relação entre Arnaldo
Baptista e Rita Lee ambos integrantes da grande banda de rock psicodélico brasileira
Os Mutantes. O casal iniciou um namoro e logo depois se casaram, o casal foi um
dos mais festejados da musica brasileira do final dos 60 e inicio dos 70, a
cantora Rita Lee deu cabo no relacionamento por volta de 1971, e logo em
seguida anunciou sua saída do grupo, nesse caso indicando diferenças musicais. Desde
então a rainha do rock nacional ficou conhecida por ser a responsável pelo
inicio do fim de uma das bandas de rock mais originais da história.
Joe
Perry & Elissa Jerret
O relacionamento entre o
guitarrista da banda Aerosmith Joe Perry e Elissa Jerret sempre foi visto pelo
restante da banda com maus olhos, logo no inicio do relacionamento a presença
da esposa do guitarrista nos ensaios, nas gravações e nos shows causou incômodo
maior no vocalista e líder da banda Steve Tyler. A gota d’água foi quando no
backstage de um show Elissa jogou uma taça de bebida na cara da esposa de Steve
Tyler e dos outros integrantes. Tal acontecimento causou a saída do guitarrista
da banda, o Aerosmith ficou sem um dos seus principais compositores além de
músico excepcional. O músico só retornou por volta de 1984 nesse período casado
com outra esposa.
Max
Cavalera & Glória Cavalera
O Sepultura era em meados
dos anos 90 uma das bandas de rock pesado mais respeitada no cenário do
heavy metal. Porém no ano de 1996 logo depois do lançamento do álbum Roots,
disco que atingiu um sucesso espetacular na Europa e E.U.A, no velho continente
esse disco chegou a ficar em terceiro lugar na parada da Billboard a frente
inclusive da cantora Madonna. Nesse período a união da banda se viu abalada quando o
restante dos integrantes da banda resolveram mudar a empresária da banda, que
era naquela ocasião Glória Cavalera esposa do vocalista Max Cavalera. Após a saída
da sua esposa do empresariado da banda, o vocalista anunciou sua saída também para logo em seguida montar a banda Soulfly. Mais uma vez uma a esposa de um
integrante era responsável pelo fim de uma das bandas mais talentosa da história do rock. A banda continua até hoje na estrada, mas hoje com novos integrantes na formação.
Kurt Cobain & Courtney Love
O casal mais festejado do
movimento grunge Kurt Cobain lider do Nirvana e Courtney Love vocalista da
banda Hole. Os dois foram casados e tiveram uma filha, os dois eram viciados em
drogas pesadas em especial a heroína. Em 1994 Kurt Cobain cometeu suicídio dando
um tiro na cabeça após uma overdose de heroína, muitos acreditam que o seu
vicio aumentou substancialmente depois do inicio do relacionamento com Courtney
Love, e isso foi preponderante para a morte do mito e o fim da ultima grande
banda de rock da historia.
John
Lennon & Yoko Ono
Quando John Lennon anunciou
sua saida dos Beatles em 1970. Os jovens do mundo inteiro perdiam um de seus
maiores ídolos e seu principal representante. O fato crucial para o termino da maior banda de rock
de todos os tempos foi o inicio do relacionamento de John Lennon com a artista
de vanguarda Yoko Ono segundo muitos. A presença constante da artista nos ensaios, reuniões e shows da banda, foram motivos de diversas discussões entre John e os outros
integrantes. Alguns chegam a afirmar exageradamente que se Lennon não tivesse
casado com Yoko Ono ele jamais teria sido assassinado, o que de fato aconteceu
dez anos depois de sua saída dos Beatles.
Killer by Killed é o novo
projeto de Max Cavalera membro fundador do nosso Sepultura, o maior nome do
metal brasileiro em terras estrangeiras. Anteriormente Max Cavalera participou
de projetos como Nailbomb, Cavalera Conspiracy além de ter sua banda fixa desde
sua saída do Sepultura o Soulfly. O álbum ta causando maior buxixo no meio do
metal justamente pela junção das influencias dos quatro integrantes da banda. Além
do Max Cavalera, o projeto Killer By Killed tem Greg Puciato (Dillinger Escape Plan), Troy Sanders (Mastodon)
e Dave Elitch (Ex- Mars Volta). O álbum possui onze faixas
contendo uma faixa a mais de bônus que só sairá na versão do disco em vinil, o
álbum todo mescla brutalidade com melodia tudo regado a muito virtuosismo
metaleiro. Uma curiosidade é que podemos escutar na primeira faixa Wings of
Feather and Wax todos os três músicos das cordas revezando nos vocais, fazendo
a faixa se sobressair como uma das melhores do acetato. Nas demais faixas o
vocal de Max Cavalera é o que mais se ouve até o final da audição.