Mostrando postagens com marcador grunge. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador grunge. Mostrar todas as postagens

25 de set. de 2016

Bebê do Nirvana recria capa do "Nevermind" para celebrar 25 anos




Aos 25 anos, Spencer Elden. o famoso bebê que aparece nu mergulhando em uma piscina na capa do álbum "Nevermind", do Nirvana, repete imagem icônica para celebrar o aniversário do disco.

"Eu disse para o fotógrafo, 'Vamos fazer nu', mas ele pensou que ficaria estranho, então eu usei uma bermuda", disse Elden ao "The New York Post".

O álbum, que completou 25 anos de lançamento neste sábado (24), traz músicas como "Smells Like Teen Spirit" e "Come as You Are" e já vendeu mais de 30 milhões de cópias em todo o mundo.


"O aniversário significa algo para mim. É estranho que eu fiz isso por cinco minutos quando eu tinha quatro meses de idade e tornou-se realmente esta imagem icônica ", disse posou para o álbum com apenas quatro meses de vida.

"É legal, mas estranho fazer parte de algo tão importante que eu nem me lembro", comenta Elden, que admite preferir a banda punk The Clash a Nirvana.

A sessão de fotos de Elden para a capa do disco, feita em 1991 pelo fotógrafo Kirk Weddle durou apenas 15 segundos e o pai dele contou em 2008 que ganhou apenas US$ 200 pela imagem.

Um gancho de peixe com uma nota de um dólar foi adicionado digitalmente à imagem mais tarde.

Para repetir a imagem, Spencer Elden ganhou US$ 200 do fotógrafo John Chapple e pulou em uma piscina olímpica no The Rose Center Bacia de Aquatics em Pasadena.

Há 10 anos, Elden fez a mesma coisa em homenagem ao 15º aniversário do álbum.

Fonte: Site Uol

1 de jun. de 2016

Os Dez Maiores e Melhores Produtores da Música Pop



Por Natan Castro

Já se passam um pouco mais de cinquenta anos da nossa conhecida Pop Music. A revolução musical e comportamental trazida a baila pelo rock’n’roll deve muito a alguns fatores importantíssimos, um deles com certeza é a evolução das gravações de discos nesse período, muito dessa evolução só foi possível pelo trabalho genial de grandes produtores musicais, como verdadeiros feiticeiros sonoros eles criaram e inovaram ajudando a criar com suas técnicas toda uma indústria musical que movimentou e movimenta milhões de dólares por ano. Abaixo listamos dez lendas da produção musical.

Bowie e Tony Visconti
Tony Visconti é um produtor musical nascido em Nova York, é vasta a lista de grandes nomes do rock que tiveram seus discos produzidos por Tony Visconti, podemos citar alguns de bandas como Badfinger, T Rex, Gentle Giant, Paul McCartney e Wings, Moody Blues, Thin Lizzy e diversos outros, mas não há dúvidas que dentre os grandes álbuns produzidos pelo produtor, os mais conhecidos e festejados são os discos de David Bowie da safra setentista são eles: The Man Who Sold the World (1970), Diamond Dogs (1974 ), Young Americans (1975), Baixo (1977), "Heroes" (1977), Lodger (1979). Citado pela critica e pelo próprio artista como peça principal do estrondoso sucesso desses discos, no inicio desse ano saiu o disco da última parceria entre o músico e o produtor o disco chamado Blackstar.  
Brendan O'brien
Brendan O’Brien é um produtor musical de Atlanta nos Estados Unidos, é reconhecido como um dos principais produtores dos últimos trinta anos. Brendan começou a ficar conhecido quando produziu o primeiro álbum da banda de rock Black Crowes no inicio dos anos 90. Depois disso começou a ser requisitado por grandes nomes do rock, principalmente pelas bandas alternativas que fizeram parte da explosão do Grunge de Seattle, só para citar alguns nomes temos Pearl Jam, Stone Temple Pilots, Bruce Springsteen, Mastodon, AC/DC, Incubus, Rage Against the Machine, Red Hot Chili Peppers, Train, Audioslave, Bob Dylan, Neil Young, Kansas, Ernie Dale, The Black Crowes, Aerosmith, Soundgarden, The Offspring, Korn, The Fray, Gaslight Anthem, The Killers, and My Chemical Romance. Um grupo selete de grandes nomes do rock dos últimos anos tiveram em seus trabalhos as digitais de Brendan O’Brien. Diz a lenda que pelo menos quatorze álbuns produzidos pelo produtor já alcançaram o topo da Billboard.

Butch Vig
Butch Vig estudava cinema na faculdade de Wisconsin em Madison quando começou a participar das primeiras produções de discos de bandas independentes, nesse período tinha sua própria banda a Spooner isso no final da década de 70. O máximo que a banda conseguiu foi assinar com a Atlantic Records em 1988 e ter conseguido mediano sucesso com três canções "I'll Carry The Torch For You", "Rain On You" e "The Good Life". O primeiro grande projeto de sucesso que Butch Vig participou foi o álbum Gish da banda Smashing Pumpkins no ano de 1991, mas nesse mesmo ano o produtor participaria como produtor do projeto que colocaria seu nome gravado na história do rock. Nevermind o disco que alçou a banda Nirvana ao mainstream do rock considerado por muitos um dos dez discos mais importantes do rock foi produzido por Butch Vig. Até então o Nirvana era somente uma promissora banda de rock alternativo, a produção realizada por Butch Vig em Nevermind direcionou os rumos sonoros da banda para um patamar mais pop, a junção de peso e melodia foi responsável por colocar o Nirvana no topo das paradas musicais do planeta, com uma agenda de shows em diversos estádios ao redor do mundo, milhões de discos vendidos, tornou os integrantes milionários de uma noite pro dia. O sucesso instantâneo da banda foi demais para o líder da banda Kurt Cobain que sofria com o uso abusivo de drogas o levando ao suicídio no ano de 1994. Butch Vig logo depois assumiu a baqueta da banda Garbage e continua produzindo discos de importantes bandas do cenário do rock mundial.

Bob Rock
Bob Rock é um produtor musical canadense muito conhecido por produzir discos de grandes bandas de metal e hard rock, dentre elas Aerosmith, The Cult, Bon Jovi, Mötley Crüe, 311, Our Lady Peace, The Offspring, Bush e mais recentemente com Black Veil Brides. Bob Rock ficou conhecido mundialmente por ser responsável pela modificação na sonoridade da banda Metallica no inicio dos anos 90. Assim como o Nirvana a banda de Heavy Metal possuía bastante sucesso no underground, mas foi com o lançamento do disco denominado Black Álbum que a banda alcançou sucesso e respeito no meio mainstream da música chegando a ganhar um Grammy. No disco Bob Rock limpou a sonoridade da banda de metal, com ênfase em solos de guitarras mais limpos e melódicos juntamente com um vocal menos agressivo, o disco foi responsável por realizar a transição do Trash para o Heavy Metal, além de vender milhares de cópias com uma turnê de quase dois anos de duração. O produtor voltou a trabalhar de novo com a banda mais não obtendo tanto êxito como no passado.

Liminha
Liminha é um músico e produtor brasileiro, responsável por grandes e importantes produções de discos nos últimos trinta anos. Iniciou sua carreira como baixista da lendária banda psicodélica brasileira Mutantes. Com o termino da banda no final dos anos 70 Liminha deu inicio a uma carreira de sucesso como produtor de discos, na grande lista de nomes produzidos por Liminha estão Ana Carolina, Arnaldo Antunes, As Frenéticas, Barão Vermelho, Blitz, Caetano Veloso, Charlie Brown Jr, Chico Science & Nação Zumbi, Cidade Negra, Daniela Mercury, Ed Motta, Erasmo Carlos, Fernanda Abreu, Fausto Fawcett, Forfun, Gabriel o Pensador, Gilberto Gil, Ira!, Jota Quest, Jorge Mautner, Jorge Ben Jor, Kid Abelha, Lobão, Lulu Santos, Marina Lima, Natiruts, Os Paralamas do Sucesso, O Rappa, Pedro Luis e a Parede, Ritchie, Skank, Titãs, Ultraje a Rigor, Vanessa da Mata, Paulo Ricardo, entre outros. Diversas dessas produções foram realizadas no seu estúdio Nas Nuvens , referencia em produção musical no Brasil. O músico continua produzindo e participando ativamente da vida musical do país.

Brian Eno
Brian Eno músico e produtor inglês, deu inicio a sua carreira tocando sintetizadores na banda Roxy Music no inicio dos anos 70. Ainda nessa mesma década teve importantes parcerias com músicos como Robert Fripp e David Bowie, é responsável pela produção e gravação dos teclados na famosa trilogia de Berlim do músico. Foi responsável pela produção do primeiro disco da banda Devo em 1978, ainda nesse ano participou como curador de uma coletânea de novas bandas da cena underground de Nova York, segundo muitos o registro definitivo do movimento New Wave. Eno também foi produtor de diversos álbuns do U2, seu primeiro trabalho com o grupo foi The Unforgettable Fire de 1984, em seguida participou da produção dos álbuns: The Joshua Tree (1987), Achtung Baby (1991), Zooropa (1993), All That You Can't Leave Behind (2000), e No Line on the Horizon (2009). Além desses diversos outros artistas tiveram seus trabalhos produzidos pelas mãos geniais de Brian Eno ao longo das ultimas décadas. Brian Eno é o precursor da chamada Ambiente Music vertente da música pop onde o uso dos teclados se faz predominante.

Lee Scratch Perry
O produtor Jamaicano Lee “Scratch” Perry é uma verdadeira lenda da música jamaicana. No final dos anos 60 o produtor trabalhava com produção musical em estúdios em Kingston com seu grupo musical The Upsetters, dentre os músicos que integravam a banda estavam Carlton e Aston Barret, logo depois um acerto entre Bob Marley, Peter Tosh e Lee Perry trouxe os músicos do Upsetters para integrar o grupo que ficou conhecido como The Wailers. A primeira formação dos Wailers foi preponderante para o estouro em esfera mundial do Reggae Jamaicano, as primeiras gravações da banda tiveram na produção genial de Lee Perry o tempero necessário para acabar de formular as bases sonoras e estéticas do ritmo reggae. Lee Perry é reconhecido mundialmente como um dos pais do Dub. Entre 1970 a 1979 o produtor usou seu estúdio caseiro como laboratório sonoro criando diversas produções de sucessos, chegando inclusive a produzir faixas de um disco de Linda McCartney e da banda punk The Clash. Detentor de uma personalidade acentuadamente excêntrica, que segundos alguns e o próprio produtor se deve ao uso abusivo de canabis e outros artefatos consumidos por ele no período de concepção de produções sonoras. Desde os anos 70 Lee Perry é tido como um dos pais do reggae juntamente a Bob Marley e outros grandes nomes precursores responsáveis pelo surgimento do ritmo jamaicano.

Rick Rubin
Rick Rubin é um produtor norte americano que ficou conhecido na década de 80 participando ativamente da cena Nova Iorquina de Hip Hop, produziu nesse período álbuns de LL Cool J, Public Enemy, Beastie Boys e Run D.M.C. na década seguinte montou a Def American Records e na Califórnia se distanciou do Hip-Hop e começou a produzir bandas de renome do Heavy Metal como Slayer, Danzig, The Four Horsemen, Masters of Reality. O sucesso veio quando participou do projeto American Records onde o cantor Johnny Cash cantava novas canções e dava sua interpretação para grandes sucessos de outros artistas, o projeto foi sucesso de público e critica. Recentemente produziu o disco de retorno da banda de hard-rock Black Sabbath obtendo igualmente elogios da critica especializada.

Phil Spector
Phil Spector é um produtor americano tido por muitos como um dos maiores de todos os tempos. Na década de 60 Phil Spector produziu mais de vinte cinco Hits no Top 40 entre 1960-1965, escrevendo ou co-escrevendo muitos deles. A partir da segunda metade da década de 60 produziu álbuns dos Beatles, John Lennon, George Harrison, Leonard Cohen, Dion DiMucci e os Ramones no final dos anos 1970. É dele a canção que mais tocou nas rádios americanas em todo século XX, a canção de 1965 " You've Lost That Lovin' Feeling". Muito da sua fama se dá pela profunda capacidade de realizar a direção criativa, compor, escolher o material, supervisionar os arranjos e todo o processo de gravação. É dele também a técnica de gravação Wall Of Sound utilizada na produção do disco Just Like Honey da banda escocesa de indie rock The Jesus And Mary Chain. A revista Rolling Stone classificou Phil Spector na posição 63º na lista dos "Maiores Artistas de Todos os Tempos". No ano de 2009 Phil Spector foi acusado de homicídio e sentenciado a prisão perpétua. 

George Martin
O produtor inglês George Martin é considerado pela grande maioria da critica especializada como o mais importante produtor musical de todos os tempos. O lendário produtor dos Beatles ficou conhecido como o quinto Beatle. Um dos primeiros a inovar nas técnicas de gravação motivo esse que segundo muitos elevou a música produzida pelos Beatles como parâmetro para centenas de bandas que apareceram depois. George Martin produziu grandes nomes da musica pop, mas foram os discos dos Beatles produzidos por ele que elevou o seu nome ao topo da produção musical nos últimos cinquenta anos. Recentemente George Martin faleceu de falência múltipla dos órgãos aos 90 anos.

29 de abr. de 2016

NANDO REIS INTEGRA PROJETO COM MÚSICOS GRUNGE


Levee Walkers

Você não leu errado. Barrett Martin (Mad Season/Screaming Trees), Mike McCready (Pearl Jam/Mad Season) e Duff McKagan (Guns N’Roses/Velvet Revolver) anunciaram a formação de um supergrupo: Levee Walkers. A banda já lançou duas músicas com o vocalista Jaz Coleman (Killing Joke) – Freedom Song e Tears for the West.

A novidade é que Martin esteve na rádio KISW e deu uma entrevista sobre o projeto, que envolve músicos de todo mundo. O brasileiro Nando Reis é um deles.

“Nós pensamos: ‘vamos escrever umas músicas e veremos quem vai cantar’. Começamos a mandar para várias pessoas e tínhamos no começo umas 15 ou 16 ideias. Queríamos também fazer com pessoas de todo o mundo. É algo um pouco político. Queremos mostrar que o rock é universal. Não é algo limitado ao inglês e nem aos Estados Unidos e Europa. Nós passamos muito tempo na América do Sul e o rock é enorme lá”, disse.

“Queremos pessoas cantando em espanhol e em português do Brasil. Já temos seis cantores trabalhando nas canções que serão lançadas”, completou. Os nomes que ele divulgou até agora são: Ayron Jones, Raquel Sofia, Nando Reis e Danko Jones.

Nando Reis
Fonte: Site Uol

28 de jan. de 2016

UDORA - Banda Brasileira Que Embarcou Na Onda Grunge


Udora
Por Natan Castro

Nos anos 90 o grunge de Seattle chegou com tudo na cena rock’n’roll americana e rapidamente se espalhou pelo restante do planeta. Clipes dessas bandas eram exibidos de forma exaustiva na MTV, nas rádios sucessos do Nirvana, Alice in Chains, Pearl Jam e outras bandas do grunge tocavam sem parar. Pouca gente lembra mais tivemos uma banda que influenciada pela sonoridade de Seattle fez bastante sucesso no Brasil no final da década de 90, o Diesel banda de rock alternativo com influencias de grunge e new metal advinda de Belo Horizonte, começou fazendo bastante sucesso em BH por conta de músicas como Burn My Hand e Drain, logo depois a banda ganhou o concurso Escala do Rock realizado pela produção do Rock in Rio 3, o prêmio foi a oportunidade de tocar no palco principal do festival para mais de 250 mil pessoas.


Formação Diesel
Depois da apresentação no Rock in Rio 3 a banda arrumou as malas e se mudou pros Estados Unidos, com três meses a banda assinou com uma gravadora de Nova York e por lá teve contato com o produtor Andy Wallace lendário produtor de bandas de sucesso do rock. Ainda nos Estados Unidos morando na cidade de Los Angeles a banda foi obrigada a mudar o nome, por conta de uma marca Italiana chamada “diesel”, passando a s chamar UDORA, nesse período por volta de 2005 a banda trabalhava na produção do segundo disco chamado Liberty Square, uma homenagem a Praça da Liberdade na capital mineira. 

Formação Udora
Nesse disco a sonoridade da banda evolui bastante em relação ao disco anterior, a qualidade sonora alcançada pela banda com esse disco mostrou o amadurecimento do quarteto nos cinco anos fora do Brasil. A música The Beautiful Game que fala do futebol brasileiro chegou a ser trilha sonora do canal de esportes ESPN, ainda no ano de 2005 por conta de problemas com a gravadora a banda resolve retornar ao Brasil. Na volta ao Brasil a banda lançou dois álbuns cantando em português, atualmente continua na ativa com nova formação, em 2005 o baterista da banda Jean Dolabela saiu da banda para assumir as baquetas do Sepultura no lugar de Igor Cavalera.




19 de ago. de 2015

ROCK - A HISTÓRIA DOS TERMOS QUE IMORTALIZARAM O GÊNERO MUSICAL



A HISTÓRIA DO TERMO ROCK’N’ROLL

Segundo o que se sabe, Alan Freed apenas buscou um nome que ele julgava associar a música com a dança frenética que os adolescentes exercitavam. "To rock" é balançar e "to roll" é rolar. Basicamente o nome significa "Balançar e Rebolar". E as duas palavras (rock e roll) já vinham sendo usadas em canções e em seus títulos, portanto o nome lhe parecia muito natural e de fácil assimilação, o que de fato era.


O que Alan Freed não sabia é que o termo era, dentro da comunidade negra, um sinônimo para sexo. Exprimem dois movimentos naturais exercidos durante uma relação sexual, o balanço cadenciado de cima para baixo e o rebolar do casal em horizontal. E esta conotação passou a ficar mais popular nos anos vinte, segundo consta, com o surgimento de uma canção, lançada pelo Black Swan Records no outono de 1922: "My Daddy Rocks Me (With One Steady Roll)", gravada pela cantora Trixie Smith.


A HISTÓRIA DO TERMO ROCK PROGRESSIVO
Não existe na bibliografia ligada ao estilo uma convergência exata de quando e como o termo "rock progressivo" começou a ser utilizado. A mais aceita foi a de que o termo foi usado para definir bandas de rock que tinham influência da música clássica e do "avant-garde", usando alguns conceitos desses estilos em sua música. Aliás, o próprio termo "progressivo" em si vem de propostas e formas musicais adotadas por essas vertentes desde aproximadamente os séculos XVIII e XIX.

Apesar de vaga e de não explicar por que grupos como Rush e Uriah Heep, por exemplo, que não possuem influências de música clássica em sua sonoridade, são incluídos nessa classificação, essa foi a definição mais aceita sobre o surgimento do termo "rock progressivo", provavelmente direcionada a grupos ingleses como ELP, Yes, Renaissance e King Crimson, que possuíam clara influência de música clássica e, em menor escala, da música vanguardista em seu som.

Outro, e também frágil, consenso, em relação à utilização desse termo é que ele teve seu início com a crítica inglesa no lançamento do primeiro disco do King Crimson, "In the court of the crimson king", em outubro de 1969.



A HISTÓRIA DO TERMO “GLAM ROCK”
O Glam rock (abreviação de Glamour Rock) é um gênero musical (sendo um subgênero do rock) criado na Inglaterra , conhecido também como glitter rock. Foi um estilo de música nascido no final dos anos 60 e popularizado no início dos anos 70. Era principalmente um fenômeno inglês que foi difundido em meados de 1971 e 1973. Nos EUA, o Glam rock teve um menor impacto e foi apenas difundido por fãs de música nas cidades de Nova Iorque e Los Angeles.
O Glam foi marcado pelos trajes e performances com muitos cílios postiços, purpurinas, saltos altos, batons, lantejoulas, paetês e trajes elétricos dos cantores. Eram os tempos da androginia e do glamour e suas músicas agitadas de rock n’ roll esbanjavam energia sexual. A ênfase lírica abordava a "revolução adolescente" (T. Rex - “Children of the Revolution “, Sweet - “Teenage Rampage“) assim como uma ampla notoriedade na direção de temas heterosexuais, sobre a decadência e fama.


A HISTÓRIA DO TERMO “PUNK”

"Holmstron queria que a revista fosse uma combinação de tudo em que a gente se ligava - reprises de televisão, beber cerveja, trepar, cheeseburguers, quadrinhos, filmes B e aquele rock´n´roll esquisito que ninguém além de nós parecia gostar: Velvets, Stooges, New York Dolls e agora os Dictators. (...)

Então eu achei que a revista deveria ser feita pra outros fodidos como nós. Garotos que cresceram acreditando só nos Três Patetas. Garotos que faziam festas quando os pais não estavam e destruíam a casa. Sabe como é, garotos que roubavam carros para se divertir.
Então eu disse: 'Por que a gente não chama de Punk?

A palavra "punk" pareceu ser o fio que conectava tudo o que a gente gostava - bebedeira, antipatia, esperteza sem pretensão, absurdo, diversão, ironia e coisas com um apelo mais sombrio".

O jornalista Legs McNeil (que no começo não escrevia muita coisa, mas conseguia material para a revista a partir de depoimentos orais) disse essas frases em 1975, quando os Ramones buscavam sucesso em clubes do underground novaiorquino, como o CBGB. Esse nome com definição degradante para uma revista, "Punk" (que significa, na tradução literal, "lixo" para pessoas), foi o fio condutor de uma revolução no rock´n´roll e na indústria fonográfica causada, principalmente, pelos Sex Pistols em 1977, 78 e 79.


 O historiador musical Vernon Joynson sustenta que a New Wave surgiu na Inglaterra no final de 1976, quando diversas bandas começaram a se afastar o movimento punk.[6] A música que seguiu o anarquismo das bandas de garagem , como o Sex Pistols eram caracterizadas como "punks", enquanto a musica que tendia para a experimentação, complexidade lirica, ou até mesmo uma produção mais elaborada foi caracterizado com "New Wave". Isso veio incluir músicos que se tornaram proeminentes no cenário do punk rock inglês de meados dos anos 70, como Ian Dury, Nick Lowe, Eddie and the Hot Rods e Dr. Feelgood;[7] E de acordo com a AMG tudo era "raivoso, inteligente" os compositores estavam se apropriando da música pop com atitude sarcástica e tensa, além da clara agressividade e energia do punk, como Elvis Costello, Joe Jackson, e Graham Parker.[8] Nos EUA, os primeiros New Wavers se encontravam em grande parte no clube CBGB, como Talking Heads, Mink DeVille e Blondie.[9] O dono da CBGB Hilly Kristal, se referindo aos primeiros shows no clube transmitidos pela TV em março de 1974, disse, "Eu acho que aquele era o inicio da new wave."[10] Além do mais, muitos dos artistas que eram anteriormente classificados como punk passaram a ser new wavers. Em 1977 uma copilação da Phonogram Records com o nome New Wave apresentava inúmeros artistas norte americanos, como Dead Boys, Ramones, Talking Heads e The Runaways.


A HISTÓRIA DO TERMO ROCK GÓTICO
Ao longo da história, o termo Gótico foi usado como adjetivo ou classificação de diversas manifestações artísticas, estéticas e comportamentais. Dessa maneira, podemos ter uma noção da diversidade de significados que esta palavra traz em si.
Originalmente, Gótico deriva-se de Godos, povo germânico considerado bárbaro que diluiu-se aproximadamente no ano 700 d.C.. Como metáfora, o termo foi usado pela primeira vez no início da Renascença, para designar pejorativamente a tendência arquitetônica, criada pela Igreja Católica, da baixa Idade Média e, por consequência, toda produção artística deste período. Assim, a arquitetura foi classificada como gótica, referindo-se ao seu estilo "bárbaro", se comparado às tendências românicas da época.
No século XVIII, como reação ao Iluminismo, surge o Romantismo que idealiza uma Idade Média, que na verdade nunca existiu. Nesse período o termo Gótico passa a designar uma parcela da literatura romântica. Como a Idade Média também é conhecida como "Idade das Trevas", o termo é aplicado como sinônimo de medieval, sombrio, macabro e por vezes, sobrenatural. As expressões Gothic Novel e Gothic Literature são utilizadas para designar este sub-gênero romântico, que trazia enredos sobrenaturais ambientados em cenários sombrios como castelos em ruínas e cemitérios. Assim, o termo Gothicism, de origem inglesa, é associado ao conjunto de obras da literatura gótica. Posteriormente, influenciado pela Literatura Gótica, surge o ultra-romantismo, um subgênero do romantismo que tem o tédio, a morbidez e a dramatismo como algumas características mais significativas.
No final da década de 70 surge a subcultura gótica influenciada por várias correntes artísticas, como o Expressionismo, o Decadentismo, a Cultura de Cabaré e Beatnick. Seus adeptos foram primeiramente chamados de Darks no Brasil, e curtiam bandas como Joy Division, Bauhaus, The Sisters of Mercy, entre tantas outras. Atualmente, a subcultura gótica permanece em atividade e em constante renovação cultural, que não se baseia apenas na música e no comportamento, mas em inúmeras outras expressões artísticas


A HISTÓRIA DO TERMO “HEAVY METAL”

William Burroughs batizou um gênero do rock quando publicou o romance The soft machine em 1961, dois anos depois de Almoço nu.  No texto, o personagem Uranian Willy é definido como “The Heavy Metal Kid”. Na concepção do autor, heavy metal se referia a algo viciante – no caso, o vício em drogas. O termo reapareceu em 1968, quando a banda Stepenwolf lançou a músicaBorn to be wild. Na terceira estrofe, canta: “I like smoke and lightning/ Heavy metal thunder”. Foi a primeira vez em que o termo apareceu associado ao rock.


A HISTÓRIA DO TERMO “GRUNGE”
Acredita-se que o termo "grunge" provem de uma pronunciação relaxada da palavra "grungy"[8] (jargão usado em inglês que quer dizer "sujo"),[9] que surgiu como um jargão dos termos em inglês "dirt" ("sujeira")[10] ou "filth" ("imundície", "porcaria").[11]
Mark Arm, o vocalista da banda Green River, de Seattle — e mais tarde do Mudhoney — é geralmente creditado como sendo o primeiro a usar o termo grunge para descrever este gênero de música. Arm usou o termo em 1981, quando escreveu uma carta com o seu nome Mark McLaughlin ao Seattle zine Desperate Times, criticando sua banda Mr. Epp and the Calculations como "Puro grunge! Puro barulho! Pura merda!" Clark Humphrey, editor da Desperate Times, cita isso como o primeiro uso do termo para se referir a uma banda de Seattle, e menciona que Bruce Pavitt da Sub Pop popularizou o termo como um rótulo musical em 1987–88, utilizando-o em várias ocasiões para descrever o Green River.[4] Apesar de Arm usar o termo originalmente de forma pejorativa, ele acabou se tornando conhecido como um dos gêneros musicais mais populares da década de 1990