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22 de set. de 2015

TOP 05 - Palcos Sagrados do Rock'n'Roll


CIRCO VOADOR – RIO DE JANEIRO (BRASIL)


O Circo Voador é um espaço cultural no bairro da Lapa, Rio de Janeiro. O mais importante palco do rock nacional é culpado de ter apresentado ao Brasil diversas bandas de sucesso, Legião Urbana, Barão Vermelho, Biquíni Cavadão, Ultraje a Rigor, Blitz, só para citar algumas. A origem da banda remonta o final dos anos setenta quando o país ainda sofria coma repressão militar, nesse periodo grupos de teatro como Asdrubal trouxe o trombone, Perfeito Fortuna, por onde passou gente como Regina Casé, Evandro Mesquita, Patricia Travassos e Luís Fernando Guimarães, a principio era para ser apenas palco de apresentações teatral, mais muito depois outras manifestações foram sendo devolvidas em seu interior culminando com a chegada da turma do rock anos 80.


Em 1996 o então prefeito César Maia mandou fechar o palco alegando irregularidades, porém em 2004 ele voltou após uma grande campanha dessa vez com espaço para 2.500 pessoas.


ARENA BUDOKAN – TÓQUIO (JAPÃO)


Arena Budokan é um ginásio em Tóquio, Japão. A principio foi construído para receber competições de lutas marciais, mas com o passar do tempo se tornou uma das maiores arenas de músicas do planeta. A arena já recebeu shows de grandes bandas como Beatles, The Carpenters, Kiss e Avril Lavigne. Hoje sempre que um grande nome do Pop ou do rock desembarca em terras Nipônicas é quase certo que é na Budokan que eles irão tocar.



ROYAL ALBERT HALL – LONDRES (INGLATERRA)


O Royal Albert Hall (em português, Salão Real Alberto) é um salão de espetáculos em South Kensington, Londres, capital do Reino Unido, com capacidade para quase 6.000 pessoas. Foi inaugurado a 29 de Março de 1871 pela rainha Vitória, em memória do seu falecido consorte Alberto de Saxe-Coburgo-Gota. Conhecido mundialmente por ser um dos primeiros grandes palcos dos grandes shows de rock que começaram a acontecer nos anos 70. Gente como Led Zeppelin, Credence Clearwater Revival e diversos outros.



CBGB – NOVA YORK (E.U.A)


O nome completo é CBGB & OMFUG que significa: "Country, Bluegrass, and Blues and Other Music For Uplifting Gormandizers" e, em uma tradução livre, significa "Country, Bluegrass e Blues e outras músicas para levantar gulosos (ou colocar os gordos pra suar)".

No começo do clube, o público era Country e Blues assim como as bandas que se apresentavam.
Em 1965, abriu o Max's Kansas City em Nova Iorque, o primeiro lugar de shows onde Lou Reed e o Velvet Underground, New York Dolls e The Stooges, de Iggy Pop, se apresentavam.


Então em 1973, Hilly Kristal, proprietário do CBGB, abriu o lugar para o público Punk Rock, recebendo shows do Television e, mais tarde, da Patti Smith.

O lugar tornou-se muito conhecido como o berço do punk rock, e está marcado na história de bandas e pessoas como Television, Richard Hell, Johnny Thunders & The Heartbreakers, The Ramones, Blondie, Elvis Costello, The Dead Boys, The Misfits e todos os personagens importantes para a música dos anos 70 e 80 nos Estados Unidos. Foi palco de muitas historias envolvendo não só bandas americanas, mas também britânicas, como o Sex Pistols, e brasileiras como Supla e Ratos de Porão. No início de 1977 The Damned foi a primeira banda britânica a se apresentar no CBGB. O clube foi fechado em 2009 e hoje é uma loja de roupas.


CAVERN CLUB – LIVERPOOL (INGLATERRA)


Foi inaugurado em 1957 pelo empresário Alan Sytner, como um clube de jazz. Aos poucos mudou seu estilo, e bandas de skiffle passaram a se apresentar, entre elas a The Quarrymen, em 1957 e 1958, grupo este liderado por John Lennon, e que foi o embrião dos Beatles. Em 1959 começaram a se apresentar bandas de blues e beat music, dentre estas Rory Storm and the Hurricanes, onde então tocava o baterista Ringo Starr.

Em 1961 o Cavern Club se torna definitivamente um clube de Rock and Roll. Os Beatles se apresentaram pela primeira vez nesse mesmo ano, com shows regulares até 1963, em um total de 292 shows.[1] . Foi ali que Brian Epstein conheceu a banda, vindo posteriormente a ser seu empresário. Após viagem aos Estados Unidos, em 1964, e a consagração mundial, os Beatles não mais pisaram no Cavern Club, mas outros artistas e bandas de renome, como The Rolling Stones, The Yardbirds, Elton John, Queen, Status Quo, Suzi Quatro e John Lee Hooker animavam a casa. A banda neerlandesa de rock progressivo Focus foi a última a se apresentar no clube quando este foi demolido, em 1973.



Em 1984 o jogador do Liverpool Football Club, Tommy Smith, assumiu o controle da empresa e o Cavern Club foi reconstruído do mesmo lado da rua, mas 15 metros adiante. Foram utilizados tijolos retirados do bar original, e há outro similar do outro lado da rua, onde fica a estátua de John Lennon, chamado Cavern Pub.[2] Devido a dificuldades financeiras, o clube voltou a fechar em 1989 e ficou assim por 18 meses quando, em 1991, o professor Bill Heckle e o taxista Dave Jones se tornaram os novos proprietários e reabriram o Cavern, mantendo-o na ativa até hoje. Em 1999, Paul McCartney se apresentou ali durante a turnê de seu álbum Run Devil Run. Artistas de prestígio tais como Arctic Monkeys, Travis e Oasis[3] fãs declarados dos Beatles, também fizeram shows no local. Também se apresentarm no local os legendários Bo Diddley e Richie Havens. Em 3 de abril de 2012 o filho de Paul McCartney, James McCartney, iniciou sua carreira musical com uma apresentação no Cavern Club.


30 de ago. de 2015

Beatles, Cavern Club abre o palco para músicos brasileiros



Considerado a "Meca do rock n' roll" por ter revelado os Beatles ao mundo, o Cavern Club, em Liverpool, se tornou objeto de sonho de diferentes gerações de brasileiros que cresceram influenciados pela obra da mais bem-sucedida banda do planeta.

Pelo Cavern passaram vários dos mais importantes nomes da música ocidental. The Who, Rolling Stones, Queen e Chuck Berry são alguns deles. Das gerações mais novas, já estiveram na casa de shows astros como Oasis, Arctic Monkeys eAdele. Mas foram os Beatles e suas 292 apresentações no lendário clube que transformaram esse porão mal iluminado da rua Mathew em um local sagrado para músicos profissionais e amadores.

"Entrar no Cavern é como passar a fazer parte da história do Beatles. É como estar num filme antigo, em preto e branco, onde, lá no fundo e debaixo dos arcos do palco, eles estivessem se apresentando. Sempre me emociono ao entrar no Cavern Club", comenta Edu Henning, fundador da banda Clube Big Beatles.
Neste ano a banda se apresenta pela 21ª vez consecutiva no festival International Beatleweek, que acontece esta semana na cidade natal dos Fab Four.

Quando deixarem Liverpool ao término do festival, na próxima terça-feira (1), Edu Henning e sua banda terão contabilizado 57 apresentações no famoso clube. Enquanto isso, outros brasileiros fizeram este ano sua estreia no palco mais famoso do rock. Na última quarta-feira, a banda feminina BGirls, de Campinas, subiu pela primeira vez ao lendário palco. "Este é praticamente o ponto mais alto que um beatlemaníaco pode chegar. Mais importante que se apresentar no palco do Cavern só se tocássemos com o Paul McCartney", diz a baterista Yara Oliveira.

A BGirls é a única estreante entre as sete bandas que este ano representam o Brasil na Beatleweek. Mas isso não significa que a emoção seja menor para quem já se apresentou na histórica casa de shows. "Tocar em Liverpool é a realização de um sonho de criança que parecia inatingível, e estamos no segundo ano consecutivo. Subir ao lendário palco do Cavern causa emoção a qualquer um, não importa quantas vezes já estivemos lá", diz o guitarrista Márcio Bressan, do grupo carioca Calangles Rock Band.

Completam a participação brasileira no International Beatleweek deste ano os mineiros da Yesterdays e 3 Of Us, os cariocas da Blue Beetles e a banda Starclubbers, que tem integrantes espalhados por Inglaterra, Holanda, Alemanha e o Brasil. O festival reúne grupos musicais de 20 diferentes nacionalidades e reúne em Liverpool milhares de fãs dos Beatles, de aproximadamente 40 países diferentes.
Fonte: Site Uol